(Re) invenção do AnarcoFeminismo: AnarcoFeministas na cena Punk (1990-2012) (tese PDF)

…o questionamento a categoria homem é de certa forma uma critica ao binarismo de gênero e a compreensão de que a masculinidade se expressa de varias maneiras; um reconhecimento de que o sistema heterossexista binário não contempla as existências punks.
…a elaboração de uma identidade punk ou nesse caso anarcopunk, passa pela critica a construção estética, ao corpo e seus usos e representações, a formação de uma identidade que passa pela contestação daquilo que é estabelecido como “norma”. Na construção de uma nova masculinidade, que não seja aquela do “brucutu” como dito no zine, os homens se apropriam do queer e afirmam que também são oprimidos pelo sistema de gênero e por essa masculinidade. Apesar disso, o local de privilégio de suas falas é pouco questionado. De certa forma, se constrói uma masculinidade punk sem se incorporar a retórica feminista e compreender as hierarquias de gênero.

Os jacos dos quais falávamos antes, em geral, são criados com pelo menos um patche. Escolhi falar do jaco, pois ele permite uma análise de gênero que se dá em relação com os objetos e permite perceber algumas especifidades do anarcofeminismo ligado a cena anarcopunk. São elementos da indumentária punk que permanecem desde sua invenção e é amplamente utilizado por punks de todas as vertentes e de todas as expressões de gênero. Os jacos, como já citado anteriormente, podem ser considerados responsáveis por criar uma corporalidade dura, firme, e também ajudam a compor um visual andrógino. Essa corporalidade, que em muitos momentos históricos foi atrelada ao que é masculino, dado que a moda feminina foi pensada para reforçar a ideia de mulheres delicadas e “leves” permite então perceber a construção de uma pretensa igualdade em termos corporais na cena punk, reforçada pela androginia principalmente nos anos 1980, conforme veremos adiante. Portanto, a construção de uma corporalidade andrógina também é possível graças as vestimentas. Em muitos momentos, o apagamento do gênero, de suas relações e expressões também acontece por uma suplantação do que chamamos individuo punk. Este individuo não é homem, nem mulher, cis ou trans, é punk, algo entre o não binário e a androgenia radical. Todavia, essa postura não deixa de gerar conflitos e não representa a totalidade. Veremos que ao longo das décadas são estabelecidas diversas relações com vestimentas e demarcações identitárias, e um dos conflitos que possibilita gerar o anarcofeminismo vêm desta demarcação representativa, pois afinal, nem só de jacos se faz um visual.

A maquiagem das mulheres punks é entendida aqui como uma paródia, no sentido apresentado por Giorgio Agambem (2007, p.33-42).
Os elementos da maquiagem são deslocados de seu objetivo inicial, que seria torná-las mais belas, e passam a ser exagerados, borrados, ressaltando outras características. São escuros para mostrar a dor e o sofrimento, diferente da tendência do colorido que propunha a moda da época. A maquiagem para mulheres punks não ocupa, portanto, o lugar da feminilização da dita “valorização do corpo feminino”; ela foi deslocada para causar desconforto a quem observasse, causando riso, ódio e/ou repulsa. Este é objetivo mesmo dessa paródia. A paródia e a profanação são dois elementos utilizados para desativar diversos dispositivos de poder e dispositivos reguladores dos corpos, para chocar e trazer reflexão.

Devemos lembrar que é necessário conferir importância a algo para representá-lo. O desenho acima questiona a masculinidade atrelada a ideia de um homem punk, que seria composta por uma vestimenta mais parecida com aquelas dos anos 1980 e 1990. Nesse caso, mesmo que um homem de saia não fosse novidade na cena punk, a representação dele é. Essa imagem não seria possível sem o questionamento das masculinidades no interior da cena, e sem os questionamentos trazidos pelas anarcofeministas na década anterior. Tal representação nesse momento histórico indica algo sobre a visibilidade de outras masculinidades e o questionamento da hegemonia de um “ideal punk” de vestimenta e existência.
A ideia de chocar pelo visual esteve sempre presente no (anarco)punk em contextos relacionados com a vida em centros urbanos, onde as imagens que as pessoas passam de si através da indumentária tem uma importância significativa. O visual também é importante para delimitar os de dentro e os de fora, e as mudanças feitas nele ao longo do tempo nos permitem refletir sobre o que chocava, ou não, dentro do próprio punk. Questões como feminismo e sexualidade, conforme falamos no capitulo 2 e continuaremos a debater no capitulo 4, por mais que fossem um discurso, influenciavam discussões e novas práticas no interior da cena. Podemos pensar se um visual como o apresentado acima não chocaria também os punks de outros períodos. Essa é uma questão para pontuar como as mudanças estéticas se dão no tempo, acompanham mudanças identitárias e o questionamento da própria “identidade”, como veremos no capitulo 4.
A androginia na década de 1980 implicava em esconder o corpo em roupas que não permitissem ver o que se era, e assim acabava por invisibilizar identidades que não fossem a pressuposta e universal “homens”. Na imagem acime é possível perceber alguns deslocamentos dessa androginia, que agora coloca em suspenso a definição mesma do que é “ser homem” e o que é “ser mulher”. Isso é possível por todos os debates travados desde a década de 1990, cuja demarcação da diferença dentro da cena foi colocada mais intensamente, em especial, pelas feministas. Após todas as pertubações estéticas geradas pela ideia de androginia anteriormente, o questionamento as representações identitárias passa a ser mais intenso desde a década de 1990, encontrando nos anos 2000 uma multiplicidade ainda maior de marcadores da diferença nessas representações.

Há uma grande resistência a nomeação e a definição. Não nomear a opressão pode ser uma escolha arriscada, tanto como não nomear o tipo de emancipação que se quer; no entanto, nos é provocada a reflexão acerca dessas vidas não nomeáveis e que revindicam isso para si. A ideia de emancipação feminina discutida por anarco feministas, já que, como vimos antes, estas ainda se utilizam da categoria mulheres para definir que sofrem opressões especificas. Mesmo que anarcofeministas e queerpunks visem destruir o sistema binário e heterossexista, muitas de suas práticas divergem.
…Interessante aqui notar como essa prática não parece conflituosa para anarcofeministas, que indicam que espaços de desconstrução do gênero, ou a luta pelo fim do binarismo, podem conviver com práticas exclusivas para mulheres, dado que a situação de violência de gênero, sobretudo, as atinge.
A critica das anarcafeministas com a falta de preocupação do queer com a materialidade da opressão, neste caso, da violência contras as mulheres e a necessidade que estas tem de defender-se da violência que é especifica de gênero. Pra elas, essas violências teriam seus desdobramentos em outras violências como, por exemplo, a homofobia, fazendo com que problemas e conflitos pontuais como esses criasse mas desconfiança entre os grupos. Entretanto, a cena anarcopunk se propõe a ser esse espaço de conflito, onde grupos opostos muitas vezes convivem, mas nem sempre atuam juntos.

“Acredito na destruição dos papeis de gênero, da heteronormatividade, e do binarismo sexual, porém, eles existem, e existirão até que possamos compreendê-los e desconstruí-los”
zine Punx Desconstruindo o Sexismo

Tese submetida ao Programa de pós graduação em história da univer$idade de $anta catarina…
Gabriela Miranda Marques
PDF 278 paginas.

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https://www.4shared.com/office/zLma1tAbea/Re__inveno_do_anarcofeminismo_.html

O Que é Gênero?

https://kolektiva.media/w/mQ1fhNMykiUYqc5sdnZSoJ
https://kolektiva.media/videos/watch/e94aba07-5e80-43b0-88f6-6a5e8b51880b

O gênero é uma das narrativas mais fundamentais que o ser humano criou.

É uma história sobre cada um de nós que começa a ser contada antes mesmo de nascermos. Ela se cruza com outros aspectos de nossa experiência pessoal e posição social para moldar as oportunidades que teremos e os abusos que sofreremos.

O gênero é um meio para a sociedade categorizar as pessoas ao longo de um binário masculino e feminino – categorias que não deixam espaço para as complexidades e nuances de cada ume de nós.

Para anarquistas, a ruptura e a reforma do gênero está intimamente ligada às nossas lutas contra o poder ilegítimo.

A luta para recuperar o relato de sua própria história de gênero será uma luta que pode durar toda a sua vida. Não faça isso sozinhe.

Zine Lesma (Textos, Putoesias e entrevistas…) N°0 ao N°10

Clique na capa para ler online ou baixar/descargar:
0 Entrevista: Fabricio Bi
1 Entrevista: Renato Maia
2 Entrevista: Lux Alt
3 Entrevista: Tubarão (Gutemberg F. Loki)
4 Entrevista: Valdecir
5 Entrevista: Kleber Felix
6 Entrevista: Rizutti
8 Entrevista: Ubirathan
9 Entrevista: Kalango
10 Entrevista: Marina Knup

CONSENSO OU IMPOSIÇÃO?
Na imensidão do átomo;
No mais longe de todas as galáxias;
Na consciência das entranhas da grande
tecnologia;
Não importa o tamanho da vírgula…
Nem a altura, largura ou capacidade da
interrogação;
Não importa se é flor… Grande ou
pequena;
Não importa se é resta… Migalhas;
Não importa se é ser ou ter;
Não importa o que você pensa;
Não importa o deus que você acredita;
Não importa a rua que você mora;
Não importa a poesia que tu escreves;
Não importa…
Opus Pharma
Big Farmáfia
(Nauá – apenas reflita)

Futuro Cemitério – Fábio da Silva Barbosa (livro)

Um futuro distópico onde as pessoas não precisam fazer escolhas, sentir, pensar. Um sistema que, sob o pretexto de proteger seus cidadãos de bem, matem todos trancados e distantes, sem se relacionarem. Não correm riscos. As ruas servem apenas para transportar os cidadãos até o trabalho e depois de volta para casa. Tudo está envolto em um discurso que parece fazer todo
sentido. Quanto mais controlador este sistema se torna, mais as pessoas devem se sentir protegidas. A indústria farmacêutica e a tecnologia são usadas como ferramentas para garantir este controle. A escravidão voluntária é seguida pelos cidadãos que se orgulham em fazer parte destas nefastas engrenagens. Abrir mão de viver para se enquadrar no modo tido como correto, sem pecado, com segurança. Um cemitério confortável para se passar o tempo chamado de vida.
Recursos naturais, como a água, já estão se esgotando e são de propriedade de poucos privilegiados. Mas existem os que não se conformam ou acreditam com tanta facilidade. Sempre há a resistência. Guerrilheiros do submundo que não aceitam viver em uma sociedade prisão.
Pessoas que precisam da verdadeira liberdade, de vida. Sempre existirão caminhos para fugir da vigilância opressora que se utiliza de diversas desculpas para padronizar e punir, não permitindo construções de novos olhares e possibilidades. Um livro que serve como alerta contra líderes, salvadores, homens de bem e soluções fáceis para a complexidade humana. Serve também como semeador de certas ideiazinhas.
Por enquanto acho que está bom. Não gosto muito de explicar o que está aí. Um livro é para ser lido, não explicado. É só ir virando a página e viajar.
Abra a mente e não bloqueie novas perspectivas.
O autor.

“O futuro dominado pela indústria farmacêutica e tecnológica em um planeta devastado. Um grande esquema onde a única a liberdade que existe é para produzir, transformando todos em engrenagens de um sistema perverso e controlador. Homens produzindo máquinas que controlam homens. Homens transformados em máquinas. Figuras obscuras se comunicando através de hologramas, dizendo como sentir e pensar. O Salvador do Bem insuflando a síndrome do arrebanhamento. Ruas que servem apenas para ir e voltar do trabalho. Todos trancados para se sentirem seguros. Mas a esperança reside no submundo, nos subterrâneos. Uma esperança que resiste a toda opressão e massacre.
Futuro do presente? Uma das muitas possibilidades ao seguirmos certos caminhos? Pura viagem futurista distópica? Visões apocalípticas?”

PDF:
http://doccdn.simplesite.com/d/0c/03/282319410170495756/795a5178-257c-43e5-81d2-645d7f441c8a/Futuro+Cemitrio.pdf

Contato
Fabio da Silva Barbosa
fsb1975@yahoo.com.br

Silhueta Art Zine – poezine

Quando amanhecer
Pode me esquecer,
Novamente, aos poucos
Sairei enfumaçando a rua
Outrora desconhecida
A meu olhar alambicado.
Flutuarei pela copa das árvores
numa ambição vaga de nuvem,
Que a serpente vento
Tão logo desmantelará em
Pragas e outras coisas
Jogadas a esmo sob os pobres
Visitantes deste templo
Abstrato onde finco as raízes…
Subirei suas escadas e
Mais outras escadas
Largando-me, ao poucos
Em cada degrau
Desta curta esperança
Colocada entre
O parto e o funeral

*Poezine, 12 paginas, tamanho A6, desenhos e poesias sobre: encontros, entardecer, olhares, partida, desejos, silêncio, vida, ausência, lua, céu, sol, sonho, armadilha, amantes, primavera, contrações, amanhecer…

Download/descargar/baixar:
https://www.4shared.com/office/KFDXQS1tiq/Silhueta_Art_Zine.html

Histórias que eu gostaria de ler – contos dissidentes

Capa do livro Historias que eu gostaria de ler

deserdar o gênero designado ao nascer
nem todo mundo aceita perder herança
mas poucos, muito poucos
realmente cumprem todos os pré ­requisitos exigidos para
herdá­la
menos ainda podem ser felizes com isso
nós somos força, fluidez, movimento
para acolher nossos corpos, mentes, dores
tudo junto
é o que eles temem
que muitos outros ainda, tantos, incontáveis
deserdem
desordem
desatem


Sete contos, diferentes pontos de vista.
Narradores que nos conduzem por seus caminhos através de desvios, curvas e pontes, pra brincar de inventar corpo e gênero.

*Bonecas que dirigem carrinhos, A quem carregar possa, Fazer viver, Mão­ boba, Baixando as brumas, Ivan da novela, Para desobedecer….
70 paginas

PDF, Ebook e AudioBook:
https://edissidentes.wordpress.com/historiasqueeugostariadeler/

Zine R.A.O.R. 2 – Rede Anarcopunk Okupa y Resiste

Êra punx, monstres, e delinquentes, com vocês o segundo numero do zine RAOR (rede de apoio okupa y resiste), com o intuito de kontra-informar e fortalecer nossa comunicação e nossa história rebelde, aproximando distâncias para espalhar a revolta, e antes de mais nada dizer um:
Vida longa aos espaços autogestionados – laboratórios anarquistas! –

Em meio a todo esse estado permanente de conflito e a esse contexto pandêmico, espero que estejam todes bem na medida do possível, que a força e a coragem nunca abandone seus corações revolucionários, e que essas escritas além do – “cortem a carne de vocês” -, vos afetem de maneira que procurem a cada dia serem mais livres e intragáveis a essa sociedade decadente e perdida.

A RAOR segue suas atividades de apoio y solidariedade aos squats, buscando cada vez mais lenha para por na fogueira das individualidades-coletivas que ousarem romper com o modo de vida burguês e consumista e dos escombros construir uma outra historia.

Saúde a todes, e se puderem okupem casas!!!

Contatos:
https://okupayresist.noblogs.org


Download/Descargar/Baixar:
https://edicoestormenta.wordpress.com/2021/09/10/zine-r-a-o-r-2/

https://www.4shared.com/office/APLgnuwoea/ZINe_RAOR_2.html

Kynismos hardcore – Punkzine

…quando falamos em movimento punk não vejo algo coerente um punk se apegar a fé religiosa, principalmente as de ordem judaico-cristã, que tem uma história de massacre e opressão que não podem ser simplesmente apagados em nome de uma religiosidade individual.

…punk surge principalmente como contestação e destruição de ídolos e mestres. (no god no masters). O ateísmo no punk é uma arma contra a hipocrisia das religiões, os mitos e as mentiras da sociedade humana. A questão aqui não é a índole do individuo. è sim uma questão de um processo histórico onde o discurso hegemônico foi responsável por inúmeras matanças e genocídios. Isso pra mim é principio do ateísmo punk.

Lutamos contra todo opressor. Contra as mentiras e a alienação impostas pelas religiões. Todos mitos e ídolos criados para preencher o vazio das existências das pessoas. Destruir ídolos e mitos é uma prática comum dos punks.

Para mim o ateísmo não é só uma afirmação que deuses não existem. Mas, sim que se eles existissem não mudariam nada nas nossas vidas. Alguns usam como guia moral e ético. Eu não preciso deles para isso. E nem creio que um punk precise.

No meio punk essa ideia de religião cria uma confusão pra quem não conhece punk, principalmente quando se fala na bosta de punk cristão. Isso é uma merda total para mim.

Se você se encontra em alguma religião por favor não tente associar isso ao punk. Punk nunca foi religião e nunca esteve, enquanto movimento, ligado a isso. Punk não tem nada a ver com religião. Um dos princípios punk é o ateísmo. Não venha com sua confusão e suas incertezas quando a existência ou sua fé no divino tentar enfiar isso goela abaixo na cultura punk.

*zine feito pelo johnny, 33 paginas, bom zine com colagens fotos e textos sobre vários temas que permeiam a Cultura Punk e o movimento/cena/movimentação, bem interessante as reflexões, vários temas alguns tabus e outros complexos (ou os 2) com o ponto de vista do autor, começando com o “editorial” falando sobre a importância dos zines pra cultura punk…

  • textos sobre punk nihil, cena gótica de Angola (entrevista), entrevista com Glifosato (colômbia), BANDAS PUNKS, CULTURA E MÚSICA, Anti street e anti-oi (boicote total), crueldade humana, coletivo Ra Punker SUBURJ, adultério, Punk em Campina Grande (PB) by Renata Pereira, Punk e os Ambientes Urbanos, Religiosidade e Punk, filosofia…

*Trocas/escambos dentro da cultura Punk como uma forma de incentivar o contato direto e de “acabar” com certa comodidade existente que muitos se acostumam sempre a buscar materiais de forma fácil (comprando, baixando, “roubando”(?)…) e não se incentivam a correr atrás e produzirem também… Faça Você Mesmx sempre!!!

Mais que Palavras – Rafael Costa – Editora Achiamé

História em Quadrinhos, chamada Mais Que Palavras. Lançada em 2009.
Trata-se de uma História em Quadrinhos, com “48” páginas, intitulada “Mais que palavras”, baseada em alguns momentos da vida de Miguel Arcángel Roscigno, anarquista expropriador argentino, morto em 1936. Trabalho editado por uma importante editora libertária brasileira, a Achiamé…

Calaméo ler Online Espanhol:
https://pt.calameo.com/read/002190148122e2184a2c6

Download parte 1 PORTUGUÊS:
https://www.4shared.com/office/g9UJtkfC/mais_que_palavras_01_23_NOVO.html

Download parte 2 PORTUGUÊS:
https://www.4shared.com/office/0RxLmKv6/mais_que_palavras_24_46_novo.html

Download parte única + capa PORTUGUÊS:
https://www.4shared.com/office/m_D27Znkiq/Mais_que_Palavras_-_Rafael_Cos.html

Camiseta Punk (putoezine)

BUCETA

Uma FLOR no jardim do amor

Uma RIMA no jardim da esquina

Uma DANÇA no jardim da revolução

Uma FLOR resta no jardim do beija-flor

Uma LAVA no jardim do vulcão

Um SER no jardim do ir e voltar

Uma PALAVRA no jardim do livro

Um ÓRGÃO no jardim da vida

Uma VÍRGULA no jardim das palavras

Uma AMIGA no jardim de Marina

Uma VITÓRIA no jardim de RÉGIA

Uma PINTURA no jardim do quadro

Uma ANARQUIA no jardim do sugerir

Uma BOLSA no jardim de Aninha

Uma COMPANHEIRA no jardim da namorada

Uma GUERREIRA no jardim da luta

Uma ESTRELA no jardim das galáxias

Uma navalha no jardim dos pregos

Uma escultura no jardim da escultora

Uma entrada no jardim da saída

Uma porta no jardim da existência.

(LuaAral – A bicicleta como meio de circulação constante e diária envolve um estilo de vida que dá muito mais espaço para a informalidade, questiona o cuidado asséptico e impecável do sujeito regularizado para as relações sociais, porque a bicicleta abre o caminho para quebrar a disciplina que produz formalidade. A bicicleta é um dos caminhos para a liberação do controle estético moderno, porque sua dinâmica “selvagem” é desafiada pela rigidez do sujeito modelo.)

*Mais um Putoezine, tamanho A6 (1 folha A4 dobrada em 4 partes) “5” paginas, putoesias sobre: buceta, flor resta, bicicleta, erva daninha, monstros, haicai dança no velório dos ricos, o fim do fim, abutre humano, minha cabeça…

FODAM-SE os direitos autorais: Acreditamos que qualquer expressão que sirva para melhorar, evoluir o sentimento e o pensamento humano é um bem comum. Portanto não deve ser considerada uma propriedade privada. Este trabalho pode ser reproduzido ao todo ou em parte desde que não vise à produção com finalidade de lucro. Viva o livre pensar, expressar e sentir! Viva a livre poesia!! CITE A FONTE! Contatos:
https://putoesia.wordpress.com/

A Inimiga da Rainha

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Ⓐ ShitPunks Outlaw's Ⓐ

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Universo Lilia Guerra

Crônicas, contos, novelas. Palavras.

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Áudio e Software Livre

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Lazos Punks

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Edições Tormenta

Editora Anarquista

Resista! Observatório de resistências plurais

Combatendo a distorção e divulgação de notícias e conceitos falsos; Ocupando as redes sociais e denunciando moralistas e interesseiros de ocasião; Dialogando e formando amigos e conhecidos seduzidos por soluções autoritárias; Colaborando com ações e propostas conscientizadoras sobre as liberdades civis; Frequentando e defendendo os espaços plurais de produção, difusão e compartilhamento de saberes, conhecimentos e artes. RESISTA!

Alvorada do Nada

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UNA PLAGA DE SALVAJES

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NIHIL PUNK ATTACK

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Nube Negra Distro

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Meiotexto

Textos inacabados sobre assuntos diversos, sem bases confiáveis ou às vezes nexo...

Publikações Marginais

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CILEP

Centro de Investigações Libertárias e Educação Popular

AKAÒTYKAMENTE

duque de bosta caxias, rj, Brazil publikamarginal@riseup.net ---------------------- ANTI-PRODUTO ...ao ouvir as palavras, faça você mesmo...sem fins lucrativos... me vem a cabeça difusão de trocas.... livres de valores e o conceito de produto.... o objetivo é a troca de informações, expansão de ideias, os materiais circulando e nunca o lucro.... não obtendo lucro em cima de produções culturais subversivas e marginais, que na maioria das vezes tem custos baixíssimos e são vendidas as vezes pelo triplo do custo.... as vezes é necessário algum retorno pra manter os materiais ativos... mas não se gira tudo em cima do dinheiro... outros materiais, incentivos, reconhecimentos... podem ajudar a manter a produção ativa, mesmo que em pequenas quantidades e contando que se tem o prazer de produzi-las... e as pessoas que recebem os materiais podem ajudar na difusão dos mesmos... seja reproduzindo-os, por inteiro ou parcialmente, ou comentando deles com outros..... *...interessados em algum material somente comentado aqui(restrito), entrem em contato.... somente trocas (sem valores ou quantidade) e mediante troca de ideia...

BUSCANDO LA KALLE!!

Informativo de prisionerxs subversivxs y anarquistas en lucha en las cárceles chilenas.